Domingo, Abril 21, 2013
Domingo, Abril 14, 2013
Segunda-feira, Abril 08, 2013
Sérgio Conceição reconciliou-se com o 'artista'?
Há um ano, SÉRGIO CONCEIÇÃO não poupou no verbo nas críticas, directas, a José Eduardo Simões, presidente da Académica. Agora, prepara-se para ser oficialmente apresentado, esta terça-feira, como novo responsável técnico dos estudantes, sucedendo no cargo a Pedro Emaneul, destituído de funções após a derrota (mais uma) com o Gil Vicente, em Barcelos, e que deixa o conjunto de Coimbra em posição muito delicada na tabela classificativa (com 21 pontos, no 14.º lugar, os mesmos pontos do Moreirense, primeira equipa abaixo da linha de água).
Há um ano, após o Académica-Olhanense, no estádio cidade de Coimbra, SÉRGIO CONCEIÇÃO foi contundente. «Embora não seja de Coimbra, como sabem, nasci numa aldeia aqui próxima, sinto este clube como meu. Houve guerras no meu percurso, respeito a instituição, que me ajudou muito, até me pagou os livros para estudar, agora o que não aceito é que alguns dirigentes utilizem a Académica para bem próprio, nomeadamente o presidente», disse na ocasião. Mas foi mesmo mais longe: «Quando foi inaugurado o estádio com o meu nome [em Taveiro, a 10 kms de Coimbra], que não é meu, tem apenas o meu nome, comprei toda a bilheteira. Foram 60 mil euros, que ofereci à Académica. O presidente da altura, para agradecer, deu-me um cartão de sócio honorário, que perdi passados uns anos. Mandei pedir outro, mas este presidente disse que este cartão não tinha validade.»
E mais ainda: «É só um dos casos da falta de respeito por alguém que adora a Académica. Mais: no último dia de inscrições, há uns anos, quando o Domingos me queira, o presidente telefonou-me e fez de tudo para que a Liga fechasse e eu não fosse inscrito. São esses passos de artista que não gosto, foram-me prejudiciais, e a Académica merece melhor que isso.»
Mas tudo isto foi há um ano. Agora, tudo mudou.
Há um ano, após o Académica-Olhanense, no estádio cidade de Coimbra, SÉRGIO CONCEIÇÃO foi contundente. «Embora não seja de Coimbra, como sabem, nasci numa aldeia aqui próxima, sinto este clube como meu. Houve guerras no meu percurso, respeito a instituição, que me ajudou muito, até me pagou os livros para estudar, agora o que não aceito é que alguns dirigentes utilizem a Académica para bem próprio, nomeadamente o presidente», disse na ocasião. Mas foi mesmo mais longe: «Quando foi inaugurado o estádio com o meu nome [em Taveiro, a 10 kms de Coimbra], que não é meu, tem apenas o meu nome, comprei toda a bilheteira. Foram 60 mil euros, que ofereci à Académica. O presidente da altura, para agradecer, deu-me um cartão de sócio honorário, que perdi passados uns anos. Mandei pedir outro, mas este presidente disse que este cartão não tinha validade.»
E mais ainda: «É só um dos casos da falta de respeito por alguém que adora a Académica. Mais: no último dia de inscrições, há uns anos, quando o Domingos me queira, o presidente telefonou-me e fez de tudo para que a Liga fechasse e eu não fosse inscrito. São esses passos de artista que não gosto, foram-me prejudiciais, e a Académica merece melhor que isso.»
Mas tudo isto foi há um ano. Agora, tudo mudou.
Sexta-feira, Abril 05, 2013
Nova e desesperada tentativa de alargamento
Com o pretexto da reintegração do Boavista, na sequência da mais recente decisão da justiça desportiva, o presidente da Liga, Mário Figueiredo, aproveitou para recuperar uma das promessas na génese da sua eleição. O alargamento do principal campeonato profissional de 16 para 18 clubes vai voltar a ser analisado e discutido pelos clubes (não todos, já se sabe, uma vez que a assembleia geral extraordinário vai registar algumas ausências significatrivas).
Ao quadro actual, Mário Figueiredo sugere juntar o Boavista e um 18.º clube a encontrar através de uma liguilha a disputar entre os 15.ª e 16.ª classificados do primeiro escalão e os 3.º e 4.º classificados da Liga de Honra (tirando as equipas B). Uma proposta que, mais uma vez, deve acolher apoios entre os clubes de menor expressão mas que promete dividir a classe média/alta do futebol profissional português.
Alargamento, não!
Segunda-feira, Abril 01, 2013
O Belenenses está de volta
O BELENENSES está de volta ao escalão maior depois de três épocas no 'inferno' da segunda. Um excelente trabalho desenvolvido pelo treinador holandês Mitchell Van der Gaag e que contou, desde o início, com o suporte financeiro de Rui Pedro Soares, agora principal acionista da SAD, e o olho clínico, na prospeção e escolha de jogadores, do antigo internacional Dimas. Importante, também, o apoio do agente Carlos Gonçalves que, para além do treinador, representa parte significativa dos jogadores que integram o plantel do histórico clube do Restelo.
Parabéns!
Sábado, Março 23, 2013
Quem são os investidores de Bruno de Carvalho?
Não são conhecidos, ainda, os resultados oficiais das eleições do Sporting. Mas, pelos indicadores disponíveis, tudo aponta para a vitória de BRUNO DE CARVALHO (dois anos depois de um triunfo que acabou por ser... desmontado) que, assim, será empossado como 42.º presidente do clube de Alvalade. Vão seguir-se novos capítulos na crise leonina. A começar com a questão do treinmador da equipa principal. Jesualdo Ferreira, que chegou com Godinho Lopes, vai colocar à disposição dos novos órgaõs sociais; depois, há as contas por pagar. São precisos, pelo que tem sido público, 25 milhões até final da época. E, neste capítulo, a curiosidade de conhecer quem são, afinal, os investidores e apoios financeiros que suportam o candidato da lista B. São muitas as histórias que se contam, é verdade, mas só agora será possível investigar e chargar mais fundo sobre a origem do capital... e os negócios associados. A seguir com muita atenção.
Segunda-feira, Março 18, 2013
Domingo, Março 17, 2013
Manuel Cajuda já acabou e não deu por isso
Vamos aos factos. MANUEL CAJUDA atingiu, no último sábado, 500 jogos na I Divisão. Um número fantástico, sem dúvida, e de que poucos, em Portugal, podem orgulhar-se. Alcançou, assim, o restrito clube dos treinadores com 500 ou mais jogos no escalão máximo do futebol português, lote onde se incluem, apenas, mais seis treinadores.
MANUEL CAJUDA chegou aos 500 jogos ao serviço do Olhanense, o clube da sua terra natal, o que torna o feito ainda mais emblemático. Mas perdeu no jogo 500. Com o Paços de Ferreira, por 1-2, em pleno relvado do Estádio José Arcanjo, em Olhão. Mais: foi o 11.º jogo oficial do técnico ao serviço do Olhanense. E ainda não venceu. Começou com um empate, com o Moreirense, na Taça da Liga, e depois, para o campeonato, somou 4 empates (Estoril, Académica, FC Porto e Moreirense) e seis derrotas (Sporting, Marítimo, Nacional, Vitória de Setúbal, Sporting de Braga e Paços de Ferreira). O Olhanense está agora nos lugares de despromoção.
MANUEL CAJUDA sempre foi um treinador que se achou engraçado e que sempre conseguiu ter boa Imprensa. Conseguiu bons resultados (qualificações europeias e subidas de divisão, por exemplo) e está ligado a projectos falhados (descidas de divisão), que quase sempre prefere omitir. Lá por fora soma, também, alguns trabalhos inconsequentes em termos de resultados.
O técnico voltou, há duas épocas, ao futebol português. Completamente ultrapassado, o que se recusa a admitir. MANUEL CAJUDA apresentou-se em Leiria de Ipad na mão. Queria transmitir que era um treinador moderno, actualizado com as novas tendências tecnológicas e de treino. Mas estava, apenas, a enganar-se a si próprio.
MANUEL CAJUDA há muito acabou e ainda não deu por isso. Em Leiria, em 16 jogos para o campeonato, conseguiu 3 vitórias, 3 empates e... 10 derrotas! O União de Leiria acabou por descer de divisão. Esta época, assumiu o Olhanense, clube do coração, em substituição de Sérgio Conceição. Os resultados não são melhores, como atrás referi: 0 vitórias, 4 empates e 6 derrotas.
Sexta-feira, Março 08, 2013
José Luís à conquista da Índia
JOSÉ LUÍS, 54 anos, antigo internacional português, cinco vezes campeão nacional ao serviço do Benfica (conquistou ainda em seis ocasiões a Taça de Portugal e conta também com dois triunfos na Supertaça), aposta agora no relançamento da sua carreira de treinador em Mumbai, na Índia, ao serviço do Kenkre FC, jovem clube fundado em 2000 e que, atualmente, milita na segunda liga indiana. Para triunfar neste projecto, JOSÉ LUÍS aposta nos futebolistas portugueses Faneca, Bruno Anciães e Rodilson. Faneca, de 30 anos, com formação no Sporting de Braga e passagens pelo futebol espanhol, é defesa e oferece ao conjunto a experiência indispensável para uma aposta na subida de divisão. Já o avançado Bruno Anciães, 24 anos, fez a formação no Boavista, passou pela equipa B do Valladolid e, já esta temporada, encontrava-se ao serviço do Cesarense (II Divisão). Rodilson é médio, tem 26 anos, passou pelo Sporting de Braga B e contabiliza várias experiências no futebol cipriota. É o regresso de JOSÉ LUÍS ao ativo, e de novo com um desafio no estrangeiro. Depois de ter dirigido a seleção de Timor Leste, em 2004 e 2005, José Luís trabalhou ainda, no exterior, no Sabah FA (Malásia), South China (Hong Kong, onde se sagrou campeão), Long An, Nam Dinh e Quang Nam (Vietname).
Domingo, Dezembro 16, 2012
Marçal nos planos do campeão nacional
MARÇAL, lateral esquerdo do Nacional da Madeira, 23 anos, está a ser seguido pelos responsáveis dos bicampeões nacionais e pode, já no mercado de Inverno, em janeiro, ser uma das aposta da SAD do FC Porto para potenciar o lote de opções às ordens de Vítor Pereira que, nesta primeira metada da temporada, apenas conta com um esquerdino de raiz (Alex Sandro) para a posição.
Natural de São Paulo, no Brasil, Fernando Marçal Oliveira fez boa parte da sua formação futebolística no Grêmio de Porto Alegre, seguindo-se, mais tarde, já como profissional, uma passagem pelo Americana. Chegou ao futebol português em 2010 para representar o Torreense (II divisão), transferindo-se para o Nacional da Madeira no mercado de Inverno de 2012. Tem contrato com o clube madeirense até Junho de 2015.
Quinta-feira, Novembro 01, 2012
Há 'esclarecimentos' que surpreendem
Primeiro, foi RAUL MEIRELES, como que 'obrigado' a um esclarecimento público sobre o envolvimento (ou não?!) do empresário Jorge Mendes na sua transferência dos ingleses do Chelsea para os turcos do Fenerbaçhe. Disse o internacional português, em defesa do agente, que o mesmo esteve sempre informado sobre as negociações. Estar infomado é uma coisa; participar na operação ou encontrar soluções para o jogador é outra completamente diferente.
Seja como for, a referência pública de Meireles ao empresário minimizou os estragos de um defeso claramente marcado pelos retundantes falhanços na resolução dos casos de Manuel Fernandes, Hugo Almeida e Ricardo Quaresma, 'presos' a um contrato com o Besiktas e, aparentemente, sem solução à vista. Desenrascou-se, sozinho, Simão, que trocou os turcos pelo Espanhol, depois de não ter aguentado esperar pelos últimos dias do mercado e pelo Benfica, numa fase em que Luís Filipe Vieira procurava 'convencer' Jorge Jesus da oportunidade do regresso do jogador à Luz.
Com Jorge Mendes (e bem, reconheça-se) preocupado, em exclusivo, com Cristiano Ronaldo, há muito são conhecidas algumas ciumeiras de outros atletas que reclamam mais (ou apenas alguma) atenção do empresário. Alguns, cansaram-se e mudaram de agente (Hugo Almeida é agora representado por Carlos Gonçalves); outros transportam os seus problemas para o interior da selecção (Paulo Bento finge que ainda não percebeu). E agora, surpreendentemente, aparece NANI a jurar fidelidade eterna a Jorge Mendes, numa fase em que a sua renovação com o Manchester United está há muito num impasse e que a estratégia de mercado aconselha a algumas notícias fabricadas. Que necessidade tem Nani de reafirmar, publicamente, que é representado por Jorge Mendes? Que necessidade tem o empresário de forçar o seu jogador a tal exposição pública? Há, de facto, esclarecimentos que surpreendem.
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